Ok, sem mais recaídas, pretendo voltar a ativa e resolver meus problemas com maturidade, sem ficar abatida. E vou escrever muito, expressar tudo o que sinto, isso vai me alivar.
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Hoje uma amiga postou no fotolog, que nós devemos aprender a nos amar sozinhos, que não devemos deixar à ninguém a responsabilidade de nos fazer feliz, que somos completos e que outras pessoas servem apenas pra tornarem nossa vida mais agradável.
Ok, ela falou tudo o que eu sempre quis dizer.
E eu concordo com ela. Eu aprendi com o tempo, que quando nós mostramos a alguém, que precisamos dela para sermos felizes, a pessoa acaba temendo se envolver, com medo de que seja insuficiente e nos magoe.
Estou faz um tempo sem niguém, e sou feliz mesmo assim. Alguém aqui comigo, seria bom, sim, faria o que amigos não podem fazer, fisica e emocionalmente falando.
Mas não me traria felicidade, afinal, essa eu já tenho sobrando!
Então vou parar de procurar incessantemente, de sofrer quando não dá certo, de dar valor a quem não é o ideal e de esquecer do que realmente me faz feliz.
Eu tenho tudo o que preciso aqui, comigo, e tudo o que vier é lucro.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
De vidro.
A vida é uma coisa tão frágil, não? Em uma fração de segundos, tudo pode acabar.
E com o fim da vida, se vão os sonhos, conquistas, segredos, pensamentos, sentimentos.
E o pior de tudo é saber que não há volta, que simplesmente acabou.
E que nenhuma vontade do mundo, nem um amor, pode trazer de volta a vida de alguém.
A morte é a pior coisa existente.
A morte é a maior dor existente.
A morte é o maior desperdício existente.
E com o fim da vida, se vão os sonhos, conquistas, segredos, pensamentos, sentimentos.
E o pior de tudo é saber que não há volta, que simplesmente acabou.
E que nenhuma vontade do mundo, nem um amor, pode trazer de volta a vida de alguém.
A morte é a pior coisa existente.
A morte é a maior dor existente.
A morte é o maior desperdício existente.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Marcas de um amor sem fim.
Já é de manhã. Me encontro nua, sentada de frente à janela de nosso quarto, enrolada no cobertor que você deixou para mim pouco antes de descer para preparar o café.
Hoje acordei sentindo tudo muito intensamente, com olhos extremamente observadores e sensíveis.
Olho para a luz do Sol, mas ela já não é o suficiente. Mudo o foco, olho à minha volta, nosso quarto, nossa cama, nossas marcas, marcas de um amor sem fim, um amor saudável, um amor incrível.
Olho nosso porta-retrato e fico imaginando se há alguém nesse mundo, que seja mais feliz que nós dois, ou que saiba fingir e se adaptar melhor.
Olho para o travesseiro, vejo o cheiro do suor do nosso amor, vejo fios de cabelo misturados, como que querendo se entrelaçar e fazer parte de tudo isso.
O vento bate em meu rosto e lembro de seus suspiros.
Ah! É melhor eu descer, você está me chamando.
Hoje acordei sentindo tudo muito intensamente, com olhos extremamente observadores e sensíveis.
Olho para a luz do Sol, mas ela já não é o suficiente. Mudo o foco, olho à minha volta, nosso quarto, nossa cama, nossas marcas, marcas de um amor sem fim, um amor saudável, um amor incrível.
Olho nosso porta-retrato e fico imaginando se há alguém nesse mundo, que seja mais feliz que nós dois, ou que saiba fingir e se adaptar melhor.
Olho para o travesseiro, vejo o cheiro do suor do nosso amor, vejo fios de cabelo misturados, como que querendo se entrelaçar e fazer parte de tudo isso.
O vento bate em meu rosto e lembro de seus suspiros.
Ah! É melhor eu descer, você está me chamando.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Descartável, não!
Copos, pratinhos, seringas, camisinhas, são uma coisa.
Pessoas, sentimentos, palavras e atos, são outra.
Usar, jogar fora, brincar sem razão ou por quê, é uma coisa.
Entender, saber o significado, saber quando e como usar, é outra.
Saber associas essas coisas é uma dádiva.
Encontar quem o saiba, um milagre.
Que isso mudaria muita coisa, é verdade.
Pessoas, sentimentos, palavras e atos, são outra.
Usar, jogar fora, brincar sem razão ou por quê, é uma coisa.
Entender, saber o significado, saber quando e como usar, é outra.
Saber associas essas coisas é uma dádiva.
Encontar quem o saiba, um milagre.
Que isso mudaria muita coisa, é verdade.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Well, well, well.
(post estranho, feito durante a madrugada, depois de quase 24 horas sem dormir.)
Me vejo mais uma vez aqui, neste parque chamado ilusão, cheio de almas perdidas seguindo comigo, para algum lugar desconhecido.
Almas aprisionadas, querendo sair do parque, em rumo à rua chamada Felicidade.
Mas muitas vezes é difícil, há poucas saídas do parque para a rua. O parque é grande e tem vários atrativos, que me fazem parar por muito tempo, tempo que só vou perceber que perdi em vão, quando estiver na Felicidade.
E dentro do parque, as pessoas começam a contar suas histórias, de como chegaram no parque, e você acaba percebendo que sua chegada foi mais calma, e sua estadia lá, menos conturbada. E isso te dá vontade de ficar.
Mas é preciso se tocar logo de que o parque é o mesmo para todos, que as atrações e problemas são iguais. Mas é preciso fazer isso logo, antes que os portões se fechem.
Me vejo mais uma vez aqui, neste parque chamado ilusão, cheio de almas perdidas seguindo comigo, para algum lugar desconhecido.
Almas aprisionadas, querendo sair do parque, em rumo à rua chamada Felicidade.
Mas muitas vezes é difícil, há poucas saídas do parque para a rua. O parque é grande e tem vários atrativos, que me fazem parar por muito tempo, tempo que só vou perceber que perdi em vão, quando estiver na Felicidade.
E dentro do parque, as pessoas começam a contar suas histórias, de como chegaram no parque, e você acaba percebendo que sua chegada foi mais calma, e sua estadia lá, menos conturbada. E isso te dá vontade de ficar.
Mas é preciso se tocar logo de que o parque é o mesmo para todos, que as atrações e problemas são iguais. Mas é preciso fazer isso logo, antes que os portões se fechem.
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